segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Guardas municipais são capacitados para utilizar pistolas de eletrochoque

Pistola de fabricação nacional dá choque menos potente que a taser.
Equipamento pode imobilizar totalmente o infrator sem matá-lo, diz GM.

Do G1 BA
Trezentos agentes da Guarda Municipal de Salvador estão sendo capacitados para a utilização de pistolas de eletrochoque de fabricação nacional de baixa letalidade, menos potente que o tradicional taser - arma de choque que já utilizada para imobilizar. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (15) pela prefeitura.
PM usa pistola Taser para imobilizar mulher e libertar filhos feitos reféns em Capivari (Foto: Edijan Del Santo/EPTV)Taser já é utilizada pela Guarda Municipal para
imobilização. (Foto: Edijan Del Santo/EPTV)
O treinamento é realizado na base do Grupamento de Operações Especiais da Guarda Municipal  (GOE), na Avenida Paralela. No total, dez grupos vão participar do treinamento.
De acordo com a prefeitura, as normas armas serão utilizadas de forma complementar ao taser para garantir a segurança da população, dos bens públicos e auxiliar na autodefesa do agente público.
Os novos equipamentos podem imobilizar totalmente o infrator, sem que esta ação possa levá-lo à morte, destacou em nota o gerente de desenvolvimento da Guarda Municipal, Carlos Damasceno.

Moto bate em veículo da Guarda Civil Municipal






 
 
Vanessa Osava
 
Os guardas civis municipais Hélio e Farias estavam em patrulhamento pelo Jardim Lagoa Nova, na noite de sábado. Quando acompanhavam uma moticicleta suspeita, outra moto colidiu com a viatura, no cruzmento das ruas Augusto G. Tolli e Sebastião Camargo. 
 
Os GCMs contaram que o condutor da moto não respeitou o 'pare' e bateu na viatura, que estava com os meios de sinalização sonoros e luminosos. O veículo foi atingido na lateral e o guarda Hélio perdeu o controle da viatura e adentrou em um comércio em reforma e bateu em um pilar de concreto. 
 
Uma testemunha disse que o guarda não estava com o giroflex ligado e nem com sinais sonoros. A motocicleta, que era perseguida, fugiu. 
Os guardas foram socorridos à Medical e o condutor da moto à Santa Casa. 
Leia a versão completa na edição impressa da Gazeta de Limeira 
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POLÍTICA 14/10/2015 09:28:36 - Atualizado em 14/10/2015 09:28

Uso de arma pela Guarda Municipal não agrada a população

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Fotografada por Evandro Freitas
Guardas municipais passam a usar arma em serviço - Foto: Evandro Freitas

VOLTA REDONDA
Segundo foi informado na tarde de ontem, 98 guardas municipais passaram a portar armas de fogo durante o exercício de suas funções. Isso não é novidade, pois há anos, os agentes da cidade trabalharam armados nas ruas, mas o atual comandante da corporação, major Luiz Henrique Monteiro Barbosa, fez com que cerca de 200 passassem por uma capacitação diferenciada para que pudessem renovar o porte de arma; exigido pela legislação em vigor. Só que, a notícia não agradou algumas pessoas.
Procuradas pela equipe de reportagem do A VOZ DA CIDADE para falar sobre a decisão, muitas pessoas garantiram que a ideia não é nada boa, já que muitos guardas municipais não estão preparadas para atuar com arma nas ruas. Mas de acordo com o comandante, para esses agentes, os cursos de capacitação são repetidos a cada dois anos, conforme exigência da lei.
“Estamos falando da Matriz Curricular Nacional, do Ministério da Justiça, que foi feita no 28º Batalhão da Polícia Militar (BPM), que precisa ser feito apenas uma vez.
De acordo com as pessoas contrárias à decisão, a maioria dos guardas não está preparada psicologicamente para usar qualquer tipo e arma. A estudante Eliane das dos Santos, 23 anos, declarou que há poucos meses presenciou uma ação de um guarda que, se estivesse armado teria cometido um crime. Disse que o fato ocorreu no bairro Aterrado, onde um homem parou por alguns minutos em frente a uma farmácia para esperar a mulher comprar remédio. Minutos depois, um agente se aproximou dele e ai começou o bate boca. “Por pouco do GM não agrediu o homem, que acabou deixando o local mesmo sem a mulher. Imagine se ele estivesse armado”, indagou a estudante.
Outro que não concorda com a decisão é o lanterneiro Gilmar Dias de Oliveira, 34 anos. Ele disse que a Guarda Municipal não é polícia. Para ele, somente policiais estão aptos a usar armas e, mesmo assim, muitas das vezes cometem erros. “Se a polícia que foi preparada falha com a arma na mão, imagine a Guarda Municipal”, questionou lanterneiro, ressaltando que a Guarda Municipal não precisa de arma, pois sua função não é enfrentar bandido.         
A dona de casa, Maria Aparecida de Assis, 42 anos, também é contra o uso e arma por guardas municipais. De acordo com ela, quem deve usar arma são os policiais e ninguém mais. Para a ela, o serviço dos guardas municipais não precisa de arma. “Sem arma, os guardas de Volta Redonda vivem cometendo arbitrariedade. Imagine com ela na mão. Já acham que são donos da cidade. Não sou a favor. Deveriam se preparar melhor”, destacou a mulher. Outras pessoas ouvidas pela reportagem também têm a mesma opinião. Não acreditam que com uma arma na mão os guardas irão respeitar mais as pessoas. “Vimos muitas barbaridades na cidade, principalmente em relação às multas de trânsito. Armados então; acho que vai piorar. Nada contra a profissão, mas por causa de alguns guardas”, disse uma moradora da cidade, que preferiu não se identificar.     
PREPARADOS
Segundo o comandante da GMVR, os agentes passaram pela avaliação psicotécnica, que foi aplicada pela Polícia Federal (PF) e pelo curso de tiro, que tem uma parte teórica e outra prática e que este ano foi ministrado no Clube de Tiro Cicuta, que funciona na fazenda São Lucas, em Barra Mansa. E aplicado pelo Centro de Tiro Urbano de Treinamento, de Belo Horizonte (MG), vencedor da licitação. Garantiu o comandante que foi cobrado de todos, muito rigor e profissionalismo. 
PREVISTO NA LEI
O curso de tiro é previsto na Lei 10.826/03 e no Decreto 5.123/04 e é dividido em duas partes: teórica e prática; sendo que ambas têm avaliações no final, que são eliminatórias e que deixaram os guardas municipais aptos para o manuseio da arma de fogo e o uso em serviço. Segundo o comandante, é importante frisar que isso não torna a Guarda Municipal mais violenta, mas sim mais equipada para que possa exercer a sua função com todos os recursos possíveis e trazer mais tranqüilidade à população, garantindo a excelência na execução do seu serviço, além de assegurar também a integridade física dele e de outrem.
Para o comandante, a utilização de equipamento de segurança tem que ser amparado pelo aspecto legal e qualquer excesso que venha a existir será devidamente apurado e responsabilizado. Ainda segundo ele, isso é um avanço, tendo em vista a ocupação das guardas municipais cada vez mais efetivas na segurança pública, o que é reforçado pela nova legislação, Lei 13.022/14, que foi sancionada em agosto do ano passado, onde é ratificado o porte de arma de fogo em serviço. 

Projeto que cria Guarda Municipal é enviado à Câmara em Uberlândia

Proposta inicial é que setor comece com 150 servidores, diz Prefeitura.
Segundo Legislativo, projeto deverá ir para votação em novembro.

Ricardo WelbertDo G1 Triângulo Mineiro
A Prefeitura de Uberlândia enviou nesta terça-feira (13) à Câmara Municipal, o projeto de lei que propõe a criação da Guarda Municipal. O Executivo espera que a proposta seja debatida e votada pelos vereadores até o fim de novembro. O Legislativo informou ao G1 que recebeu o documento, que deverá ser encaminhado à assessoria técnica para, depois, ser levado ao plenário.
O prefeito Gilmar Machado (PT) afirma que o projeto é um compromisso do Município com a segurança pública. "Uberlândia é uma das poucas cidades com mais de 500 mil habitantes que não têm guarda municipal. Trabalhamos mais de um ano no projeto e esperamos que, se a lei for aprovada, a guarda entre em funcionamento no final do primeiro semestre de 2016", disse.
Uberlândia é uma das poucas cidades com mais de 500 mil habitantes que não têm guarda municipal. Trabalhamos mais de um ano no projeto e esperamos que, se a lei for aprovada, a guarda entre em funcionamento no final do primeiro semestre de 2016.
Gilmar Machado, prefeito de Uberlândia
A proposta inicial é que a guarda funcione com efetivo de 150 pessoas, conforme previsto na Lei Federal 13.022/14, que institui normas gerais para o segmento. Uma semana antes aPrefeitura anunciou abertura de processo licitatório para contratar a empresa que fará o concurso público da administração direta do município.
Segundo a Prefeitura, as vagas destinadas à composição da guarda municipal já estão reservadas nesse concurso, que será realizado no próximo ano. Um projeto de plano de carreira específico também será elaborado para o novo quadro de servidores.
A assessoria de imprensa da Câmara explicou que depois que o presidente tiver acesso ao projeto, ele deverá ser encaminhado à assessoria técnica para, depois, ser encaminhado ao plenário. As sessões legislativas ordinárias do mês de outubro terminam nesta quinta-feira (15) e conforme previu o prefeito, o projeto deverá ir a plenário para votação apenas no mês de novembro.
Fundo nacional
Segundo a Prefeitura, com a criação da guarda, o Município terá acesso ao Fundo Nacional de Segurança Pública, que libera recursos para a aquisição de uniformes, armamentos, viaturas e outros componentes estruturais do órgão. Os guardas municipais passarão por 90 dias de treinamento antes de assumirem os postos. Eles serão responsáveis pela proteção preventiva com segurança externa ao patrimônio, visto que a vigilância interna é de incumbência dos agentes patrimoniais.

Motorista arrasta guarda municipal após achar que foi multado em SP

Guarda foi arrastado por 100 metros em Mongaguá, no litoral de São Paulo.
Agente ficou ferido: 'Caí no chão e ele jogou o carro para me atropelar'.

Mariane RossiDo G1 Santos
Guarda foi arrastado em avenida de Mongaguá (Foto: Jurandir Felix/Arquivo Pessoal)Guarda foi arrastado em avenida de Mongaguá
(Foto: Jurandir Felix/Arquivo Pessoal)
Um guarda municipal foi arrastado por um carro na contramão, por cerca de 100 metros, em uma avenida de Mongaguá, no litoral de São Paulo. Os jovens que estavam dentro do veículo haviam sido abordados pela Guarda Municipal durante uma força-tarefa.
Após o episódio, o agente ficou com ferimentos no rosto e nos braços e precisou ser encaminhado ao hospital.
No último sábado (10), a Guarda Municipal atuava em uma força-tarefa, em conjunto com a Polícia Militar e agentes de trânsito, no cruzamento das avenidas Governador Mario Covas Junior e Dom Pedro I, no bairro Plataforma Mongaguá.
Segundo a GM, um veículo preto parou no meio da avenida principal, bloqueando o trânsito. Os guardas municipais viram que os passageiros tentavam conversar com garotas que passavam pela rua e o carro estava impedindo o trânsito. Por isso, os guardas pediram para o motorista sair do local e anotaram a placa do veículo. O condutor questionou a atitude do guarda, mas resolveu seguir em frente. Alguns minutos depois, o mesmo carro preto voltou.
Eu fiquei com o corpo para fora [do carro] e com o braço direito para dentro. Ele deu um soco no meu rosto. Ele falava para o passageiro me soltar porque queria me atropelar"
Jurandir Felix, guarda municipal
“Ele parou o carro próximo à viatura e perguntou o motivo da multa. Eles acharam que eu havia multado. Os guardas mandaram ele encostar e descer do carro. Eu encostei perto da janela do motorista e comecei a gesticular com a mão direita. Ele puxou a minha mão para dentro do carro e mandou o passageiro me segurar. Ele saiu acelerando”, conta o guarda municipal Jurandir Felix, de 45 anos.
Sem conseguir se defender, o guarda foi arrastado por cerca de 100 metros, na contramão. Os homens jogaram Felix para fora do carro, com o veículo em movimento, e ainda tentaram atropelar o guarda municipal.
Avenida Mário Covas Jr., em Mongaguá (Foto: Divulgação/Prefeitura de Mongaguá)Ataque aconteceu na avenida principal
(Foto: Divulgação/Prefeitura de Mongaguá)
“Eu fiquei com o corpo para fora [do carro] e com o braço direito para dentro. Ele deu um soco no meu rosto. Ele falava para o passageiro me soltar porque queria me atropelar. Eu caí no chão e ele jogou o carro em cima de mim. Se eu não tivesse rolado para o lado, eu tinha sido atropelado”, conta ele.
O grupo também tentou puxar outro guarda municipal para dentro do carro, da mesma forma que ocorreu com Felix, mas o agente conseguiu se soltar.
Já um terceiro guarda também foi derrubado pelo grupo na hora em que os criminosos aceleraram o carro. Após o episódio, o grupo fugiu.
Como a placa do veículo foi anotada, a Guarda Municipal já tem alguns suspeitos de terem cometido o crime. A princípio, cinco pessoas estariam dentro do carro. Por enquanto, ninguém foi preso.
Felix ficou com graves ferimentos nos braços e também no rosto, além de dor de cabeça causada pela queda no chão. Ele está afastado do trabalho por questões de saúde, mas pretende voltar à função.
“A gente ama a Guarda. Amamos muito o serviço que a gente faz. Quando eu caí no chão, os moradores se preocuparam. A população nos valoriza”, contou o agente.
Em contato com o G1, a Prefeitura de Mongaguá disse que o Guarda Municipal foi socorrido e encaminhado ao Pronto Socorro Agenor de Campos com escoriações nos braços e na testa. O guarda deverá passar por uma perícia ainda nesta terça-feira (13).

Adolescente diz ser agredido por guardas municipais de Mogi

Rapaz foi abordado no Centro Cívico e disse ser usuário de maconha.
Prefeitura afirma que não houve agressão física ou verbal.

Do G1 Mogi das Cruzes e Suzano
Um adolescente de 17 anos procurou a Polícia Civil para registrar um boletim de ocorrência de lesão corporal. Segundo o documento, o rapaz afirma ter sido agredido por guardas municipais deMogi das Cruzes, no Parque Botyra Camorim Gatti, no Centro Cívico. O caso será averiguado e investigado pela Polícia Civil.
De acordo com o boletim de ocorrência, o rapaz esclareceu que é usuário de maconha e que, inclusive, ficou internado por seis por praticar um roubo. Segundo seu depoimento, ele estava acompanhado de sua namorada e um amigo para fumar maconha.
Neste momento, segundo o boletim de ocorrência, surgiram os guardas municipais e o trio correu em direção a um bar. De acordo com os relatos à Polícia Civil, os guardas municipais abordaram o adolescente e o levaram para uma sala no interior do parque. Segundo a vítima, os guardas teriam o agredido com chutes e tapas.
A Secretaria Municipal de Segurança informou que "não houve qualquer agressão física ou verbal por parte dos profissionais da Guarda Municipal contra cidadãos no Parque Botyra Camorim Gatti. Segundo o boletim de ocorrência registrado no 1º DP, trata-se de um caso de desacato, resistência e ameaça por parte do grupo abordado no espaço municipal. Após identificarem ação suspeita, os profissionais da Guarda Municipal fizeram a abordagem e procederam com a revista. Para a revista da mulher, solicitaram a presença de uma guarda feminina, conforme o procedimento padrão. A mulher abordada, contudo, demonstrou atitude violenta, não aceitou ser revistada, proferiu ameaças contra os guardas e tentou fugir a pé, após darem voz de prisão, em razão de desacato."
A secretaria acrescentou que "a Guarda Municipal possui uma estrutura com pessoal 24 horas no parque Botyra Camorim Gatti, além de câmeras de videomonitoramento da Ciemp e contato direto com a Polícia Militar."
A nota continua informando que "a Prefeitura de Mogi das Cruzes vem realizando uma série de projetos para qualificar a presença da comunidade no parque, afastando pessoas ligadas ao consumo de drogas e crimes. Entre as ações que estão sendo desenvolvidas está o projeto Agito no Parque, que leva atividades e uma grande aula de ginástica para a população, e a Escola Mirim de Trânsito, que atende escolas municipais, com atividades de educação para o trânsito. A Administração Municipal também está mantendo uma equipe de manutenção da Smel para atuar exclusivamente no parque, percorrendo o espaço para verificar a necessidade de limpeza de equipamentos ou manutenção de pintura. As intervenções necessárias são realizadas imediatamente."
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Guardas municipais e prefeitura chegam a acordo, e greve é suspensa

Agentes de Curitiba pararam por de 24 horas e prometiam estender ação.
Eles são contrários ao decreto que poderia ampliar a jornada de trabalho.

Do G1 PR
Os guardas municipais de Curitiba devem trabalhar normalmente nesta terça-feira (20). Eles recuaram da greve, após uma reunião com o secretário de Governo de Curitiba. Na segunda-feira (19), os agentes fizeram uma paralisação de 24 horas, que poderia ser postergada.

A categoria é contrária ao decreto 888/2015, que ainda não foi publicado, e prevê mudanças na jornada de trabalho. A cidade tem 1.400 agentes que se devidem nas rondas, conforme escada de trabalho.
Segundo a Prefeitura de Curitiba, 44% dos 394 guardas municipais, que deveriam estar nos postos de serviço nesta manhã, faltaram. A falta destes 173 agentes será avaliada pela administração municipal.
“É um problema que a administração tem que resolver. Porque a categoria decidiu ela suspensão da greve e retorno imediato das atividades. Os que estavam trabalhando voltaram ontem [segunda-feira] à noite. Os servidores estão nos postos de trabalho. Não haveria motivo para não estarem”, disse o vice-presidente do Sindicato dos Servidores da Guarda Municipal de Curitiba (Sigmuc).

O decreto
O Sigmuc afirma que a mudança na escala de trabalho, conforme o decreto, implica mais horas trabalhadas, sem aumento salarial. Por outro lado, a administração municipal afirmou que as horas trabalhadas, além da escala ordinária, serão pagas sem qualquer dano aos guardas municipais.

A decisão de voltar ao trabalho, conforme o Sigmuc, veio após uma reunião entre integrantes do sindicato e o secretário de Governo Ricardo Mac Donald Ghisi. Ficou estabelecido o limitador de 168 horas mensais aos guardas, uma folga dupla e, no caso dos meses com 31 dias, a equipe que trabalhar um plantão a mais receberá 12 horas.
A prefeitura avaliou a mobilização como injustificável e prejudicial à população e contestou os argumentos do sindicato.

Ainda na sexta-feira (16), a prefeitura conseguiu uma liminar contra a greve e que determinava o retorno das atividades.
Outras reivindicações da categoria, com vale refeição e titulações, ainda seguem em negociação.
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22/10/2015 - São Roque - SP

Distritos de Maylasky e São João Novo recebem mega operação da Guarda Municipal




da assessoria de imprensa da Prefeitura de São Roque
A ROMU – Ronda Ostensiva Municipal que integra a equipe da Guarda Municipal de São Roque, realizou uma mega operação contra o tráfico de drogas e armas nos Distritos de Maylasky e São João Novo.
A operação foi composta com os Guardas, divididos em motos, viaturas e base móvel,  realizando abordagens em veículos, bares, comércios diversos e pessoas em atitude suspeita. Ainda de acordo com o comando da Guarda Municipal, nos próximos dias, novas ações desta espécie ocorrerão em outros bairros do município. “A ideia é de que os Guardas Municipais realizem ações como essa, com frequência, dando mais proteção as nossas crianças, comerciantes e para nossa população. Hoje a corporação conta com a ROMU, bem como possui estrutura necessária para isso. Agradecemos ao Prefeito Daniel pela forma com que apoia a GCM”, comenta o Comandante da Guarda, Lourival Rosa, que comandou as ações, com a supervisão do Assessor Técnico de Gabinete, Milton Brasil Cavalcante.
Guardas Municipais responderão a novo processo administrativo na Prefeitura de Florianópolis Júlio Pereira Machado e Adriano Melo, ambos denunciados na Operaç [...] Veja mais em: http://www.ndonline.com.br/florianopolis/noticias/290511-guardas-municipais-responderao-a-novo-processo-administrativo-na-prefeitura-de-florianopolis.html.

Segurança

Prefeito tem armas e dinheiro furtados

radiocultura - 
reni
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O prefeito Reni Pereira teve R$ 300 mil e dois revólveres furtados na tarde da última quarta-feira (28), que estavam guardadas na casa do guarda municipal que faz a segurança do prefeito. A informação foi divulgada apenas na quinta-feira, após o boletim de ocorrência vazar para a imprensa. Reni informou que o dinheiro se deve a um alvará judicial e as armas são registradas.
O dinheiro foi sacado em uma agência bancária e como o prefeito iria viajar, preferiu deixar o dinheiro e as armas na casa do segurança. O furto teria acontecido à tarde após a casa ter sido arrombada, mas a falta dos objetos foi percebida apenas à noite.
Em entrevista à RPC TV na noite de quinta-feira, o prefeito explicou o que aconteceu e mostrou preocupação com o vazamento da informação, temendo pela própria segurança e da família. “Tenho essas armas registradas há muito tempo e os recursos, também de origem lícita, são frutos de um alvará judicial que foram sacados no banco por ordem do juiz. O crime do furto até parece menor perante o crime do vazamento”, disse Reni.
O coronel do 14° Batalhão da Polícia Militar foi informado sobre o vazamento do registro da ocorrência de furto e pediu para que o caso seja investigado e o soldado da PM penalizado. O prefeito quer saber o motivo pelo qual o militar repassou a informação.
A polícia já conseguiu recuperar o dinheiro e as armas
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